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Realizações do CCMJ em 2017 têm público superior a 10 mil pessoas

A Agenda Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, promovida pelo Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), realizou no ano passado 223 programações, desenvolvidas em dez programas que reuniram público de 10.209 pessoas. A primeira ação do então recém-criado CCMJ, herdeiro direto do CCPJ-Rio e do Museu da Justiça, foi o lançamento do programa “Da Pedra ao Palácio – Um passeio interativo ao encontro da Justiça”. Lançado com sucesso em março de 2017 no Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro (APJ-Rio), o programa estreou em junho no Antigo Palácio da Justiça de Niterói, reabrindo as atividades culturais daquele espaço. O programa tem recebido grupos de escolas públicas e particulares dos ensinos médio e superior, persas ONGS, turmas do projeto “Justiça Cidadã” e do projeto “Juristur”, da Amaerj. “Da Pedra ao Palácio”, oferecida pelo Educativo do CCMJ, recebeu 2.876 participantes, em 107 sessões. O “Teatro na Justiça” (1999-2018), que se propõe a pensar valores de justiça por meio do teatro, apresentou sessões da leitura dramatizada de “POR ELAS”, uma peça que aborda a violência contra a mulher. A inspiração do tema surgiu do trabalho desenvolvido pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro no enfrentamento da violência contra a mulher. A peça “POR ELAS” tem sido apresentada pelo CCMJ sob a forma de leitura dramatizada, recebendo público bastante persificado: do direito, da saúde, da segurança pública, da educação, grupos de mulheres que sofrem violência e de homens agressores, além do público em geral. A Sala Multiuso do CCMJ, com lotação para 60 lugares, recebeu em 19 sessões realizadas durante o ano público de 966 pessoas. O programa “Música no Palácio”, série de concertos de câmara, é realizado pela Agenda Cultural do PJERJ desde 2011 no APJ-Rio e estreou com sucesso no Antigo Palácio da Justiça de Niterói em junho. A temporada de 2017 ofereceu 35 concertos e reuniu 1.607 pessoas em sua programação. A “Tribuna Livre no Palácio”, programa de debates e seminários do CCMJ, elegeu o filme argentino “Relatos Selvagens” para refletir sobre os desafios permanentes, psíquicos e sociais, do inpíduo na sociedade contemporânea. Nos quatro encontros promovidos, tivemos psicanalistas, escritores e professores como debatedores convidados e a participação de 215 pessoas no ciclo de debates. O CCMJ inaugurou em junho, no Espaço Multiuso do APJ-Niterói, a exposição “A Justiça em Niterói – Da Posse do primeiro Juiz de Fora aos dias atuais”. Idealizada pelo Des. Elmo Guedes Arueira, membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária do PJERJ, a mostra apresentou a evolução do Judiciário na cidade de Niterói. Nos “Programas Parceiros” foram realizadas atividades em parceria com instituições de ensino e cultura: Júri Simulado de “O Caso dos Denunciantes Invejosos”, no Salão Histórico do I Tribunal do Júri, em parceria com o Curso de Direito da FGV Rio e São Paulo; Júri Simulado em parceira com o Curso de Direito da PUC; promoção do “Seminário de Turistificação de Parques Urbanos e Centros Culturais”, em parceria com a Secretaria de Parques e Jardins; e o seminário “Mulheres, Sociedade e Política: uma reflexão sobre a participação feminina e o fortalecimento da democracia”, em parceria com a Escola Judiciária Eleitoral, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. No programa “Palácio Convida”, o músico Wagner Cinelli, desembargador do TJRJ, fez o lançamento de dois clipes de animação, com músicas de sua autoria: “Pena da Galinha”, seguido do debate “A sátira através da música – Carnaval, a crítica e o lúdico”, e “Acaiaca”, seguido de palestra sobre a dizimação das tribos indígenas no Brasil. O CCMJ participou do Projeto Escola e Museu, promovido pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com museus e centros culturais do Rio de Janeiro - Casa Eva Klabin, Oi Futuro, Museu Nacional da UFRJ, Centro Cultural Hélio Oiticica, Museu do Amanhã e o MAR. Professores do ensino médio da rede pública municipal foram recebidos no circuito cultural programado pelo projeto com o objetivo de apresentar às escolas o trabalho na área de educação desenvolvido pelas instituições culturais participantes e a contribuição de cada uma delas para a formação do cidadão. Na avaliação final realizada pelo corpo docente que participou do circuito, o CCMJ foi escolhido como o Centro Cultural que melhor apresentou sua missão e seus conceitos. Entre as justificativas para a escolha, foi afirmado que a visita mediada apresentada pelo CCMJ estimula, de forma lúdica e interativa, a reflexão sobre temas complexos e relevantes, tais como política, justiça, violência, direitos e deveres, fundamentais para a compreensão e o exercício da cidadania; apresenta a história do APJ-Rio; e fornece informações sobre o funcionamento do Poder Judiciário. O CCMJ participou, com programação especial: da “Semana de Museus” (maio) e “Primavera dos Museus” (setembro), ambas promovidas pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram; da Campanha Nacional do Judiciário “Justiça Pela Paz em Casa”, nas edições realizadas março, agosto e novembro. Com programação persificada e continuada, o CCMJ tem ratificado a sua missão: preservar e difundir a memória do Judiciário, além de cultivar e disseminar, por meio da cultura e da arte, valores de justiça, contribuindo com a pacificação social.
11/01/2018 (00:00)
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