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Corregedor-Geral da Justiça ouve sugestões de juízes do anexo da Cidade Nova

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Claudio de Mello Tavares, se reuniu nesta quarta, dia 14, com cerca de 30 juízes que trabalham no anexo Cidade Nova do Tribunal de Justiça, na Av. Presidente Vargas. O objetivo ouvir os magistrados sobre as dificuldades enfrentadas na prestação do serviço jurisdicional. “Essas visitas são para conversar, trocar ideias, saber quais são as necessidades. Estamos conseguindo resolver os problemas através de parceria. A Corregedoria é parceira do juiz. Tem que orientá-lo e ajudá-lo no que for possível. Fui à Barra da Tijuca, a Angra dos Reis, a Nova Iguaçu, vim aqui e vou rodar o estado inteiro em busca desse diálogo”, afirmou. O desembargador acrescentou que os resultados dos encontros já estão surtindo resultados positivos, como o mutirão do Júri realizado, desde o início de maio, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, para agilizar a conclusão de processos sobre homicídios e tentativas de homicídio. O magistrado citou outros exemplos. “Já conseguimos ajudar colegas que estavam com sobrecarga de processos. Um grupo de cerca de 20 juízes se uniu para ajudar um colega que estava sobrecarregado de processos. Deu certo e decidimos levar isso a outros lugares. Além disso, estamos montando na Corregedoria um grupo de serventuários que participam de um curso de capacitação para fazer trabalho remoto. É preciso também lidar com um tema fundamental: a gestão de cartório. O juiz tem que orientar, acompanhar o trabalho dos serventuários”, explicou O coordenador do Núcleo de Juízes Auxiliares (Nujac), juiz Luiz Umpierre de Mello Serra, abordou o esforço da Corregedoria para ajudar os magistrados e as principais reclamações recebidas. “Temos quatro reclamações principais, que correspondem a 60% do total recebido, e todas falam de morosidade: na juntada de petição (27%), na abertura de conclusão, na decisão e na expedição de ofícios e mandados. A grande maioria das reclamações que chegam pelo CNJ e pela Ouvidoria, trata de algum tipo de morosidade. Temos que nos unir para tentarmos resolver as dificuldades”, avaliou. Um dos juízes pontou sobre a necessidade de capacitação de serventuários nos processos eletrônicos. O corregedor aventou a possibilidade de criar um curso de processamento eletrônico na Escola de Administração Judiciária (Esaj). Logo após a reunião, acompanhado pelo coordenador do Nujac e pelo juiz auxiliar Afonso Henrique Barbosa, o corregedor visitou a 13ª e a 15ª Varas Cíveis. Nessa última, a equipe conseguiu dar andamento a um número expressivo de processos que ocupavam um total de 13 estantes, o que corresponde à metade das ações em andamento. Em ambas as varas, o corregedor parabenizou os serventuários nelas lotados. Fonte: Assessoria de Comunicação/CGJ-RJ
14/06/2017 (00:00)
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